Entenda Partner Operations as a Service (POaaS)
Descubra como o conceito de Partner Operations as a Service pode transformar sua estratégia de parcerias. Na Parceria Labs, oferecemos uma abordagem especializada que vai além do backoffice.
O SEGREDO DE CANAIS E PARCERIAS
Parceria Labs
8/21/20263 min ler
Hoje ouvi o termo Partner Operations as a Service em uma conversa com um colega de mercado. E imediatamente pensei: nós já fazemos isso.
Na Parceria Labs, chamamos de Partner Ops.
A ideia por trás do conceito é simples: muitas empresas já entenderam que parcerias podem gerar receita, distribuição e acesso a novos mercados. O problema é que, entre a estratégia definida e o resultado esperado, existe uma enorme camada de execução.
Quem cuida do onboarding dos parceiros?
Quem acompanha a ativação?
Quem organiza os treinamentos?
Quem produz os materiais comerciais?
Quem coordena as ações de marketing?
Quem acompanha os indicadores?
Quem garante que o parceiro não seja simplesmente "cadastrado", mas realmente comece a gerar negócios?
Em muitas empresas, essas responsabilidades acabam distribuídas entre Marketing, Vendas, Partnerships e até mesmo o próprio líder da área.
E quando todo mundo é responsável, na prática, ninguém é.
Partner Ops não é backoffice
É importante fazer essa distinção.
Partner Operations não deveria ser entendido apenas como uma função administrativa para atualizar CRM, organizar planilhas ou acompanhar solicitações.
É a camada operacional que transforma a estratégia de parcerias em uma rotina executável.
O mercado já começa a tratar Partner Ops dessa forma: uma função que envolve processos, dados, onboarding, enablement, governança, tecnologia e acompanhamento de performance. (Partner Playbooks)
E é justamente aí que o modelo as a Service começa a fazer sentido.
Em vez de contratar um profissional para executar todas essas funções sozinho, a empresa pode acessar uma estrutura especializada, com pessoas e competências diferentes, de acordo com a necessidade do programa.
O problema de contratar uma única pessoa
Imagine uma empresa que está estruturando seu canal de parceiros.
Ela contrata um Partnership Manager.
Esse profissional precisa:
recrutar parceiros;
construir relacionamento;
fazer reuniões;
acompanhar oportunidades;
criar materiais;
organizar treinamentos;
pensar campanhas;
cobrar o time comercial;
atualizar indicadores;
estruturar processos;
resolver problemas operacionais.
É muita coisa para uma única pessoa.
E existe uma contradição aí.
Quanto mais tempo o gestor de parcerias dedica à operação, menos tempo ele tem para desenvolver o ecossistema.
Partner Ops surge justamente para resolver essa equação.
O Partnership Manager pode se concentrar no relacionamento, na estratégia e no crescimento do canal.
Enquanto a operação ganha uma estrutura própria.
Mas existe uma diferença importante entre POaaS e PartnerOps
Na minha visão, o melhor modelo de Partner Operations as a Service não é simplesmente colocar um terceiro para "fazer tarefas".
É colocar capacidade operacional especializada dentro da empresa.
É por isso que o nosso modelo de Partner Ops na Parceria Labs foi desenhado de uma maneira um pouco diferente.
Entregamos um especialista dedicado, que passa a viver a rotina do cliente, entender seu negócio, acompanhar suas prioridades e literalmente vestir a camisa da empresa.
Mas ele não trabalha sozinho.
Por trás desse profissional existe um backoffice especializado, com competências complementares em:
Comunicação.
Marketing.
Treinamentos e enablement.
Processos.
Operação do programa.
Isso cria algo que seria difícil e caro construir internamente no início de um programa.
Uma pessoa dedicada ao cliente.
Uma estrutura de especialistas apoiando essa pessoa.
E uma operação orientada à evolução contínua do programa de parcerias.
A questão não é "ter mais parceiros"
Esse ponto é fundamental.
Uma operação de parcerias não existe para aumentar o número de parceiros cadastrados.
Existe para aumentar o número de parceiros ativos, habilitados e capazes de gerar valor.
É perfeitamente possível uma empresa ter 100, 200 ou 500 parceiros cadastrados e, ainda assim, ter um canal que praticamente não produz resultado.
O desafio está em transformar parceiros em capacidade comercial.
Atrair os parceiros certos.
Ativá-los.
Desenvolvê-los.
Criar ferramentas para que vendam.
Conectar parceiros ao time comercial.
Criar campanhas.
Capacitar.
Acompanhar performance.
E, principalmente, criar uma rotina operacional que faça tudo isso acontecer de maneira consistente.
Partner Ops as a Service pode ser o meio-termo que faltava
Existe um espaço entre:
"vamos fazer tudo internamente"
e
"vamos terceirizar completamente nossa área de parcerias".
Partner Operations as a Service ocupa justamente esse espaço.
A estratégia continua dentro da empresa.
O relacionamento estratégico continua dentro da empresa.
As decisões continuam dentro da empresa.
Mas a organização e a execução ganham uma camada especializada de operação.
É uma forma de aumentar a capacidade do time sem necessariamente aumentar a complexidade da estrutura.
E, para empresas que ainda estão amadurecendo seus programas de parceiros, pode ser uma maneira muito mais eficiente de construir essa capacidade.
É exatamente onde enxergamos o nosso Partner Ops
Na Parceria Labs, não acreditamos que uma empresa precise necessariamente de mais pessoas.
Muitas vezes, ela precisa de mais capacidade especializada.
Por isso, nosso Partner Ops combina um especialista dedicado ao cliente com um backoffice de profissionais de comunicação, marketing e treinamentos.
O objetivo não é simplesmente "operar tarefas".
É fazer a operação de parcerias acontecer.
Porque estratégia sem execução vira apresentação.
Parceiro sem ativação vira cadastro.
E programa sem operação vira iniciativa que depende da energia de poucas pessoas.
Partner Operations as a Service é, no fundo, sobre criar uma camada de execução capaz de transformar parcerias em uma operação contínua de crescimento.
E é exatamente isso que construímos com o Partner Ops da Parceria Labs.
